Hoje,
quando as gaivotas voltarem,
Estarei com elas nesta areia morna
que o sol deixa.
...
Espero-te, sempre aqui,
conto-te em ondas.
Tantos abraços para te dar,
o meu corpo quer.
Sinto-te na maresia
que a minha boca beija.
Saberei de ti
quando as gaivotas voarem.
Podes ficar,
o teu corpo quer.

Fernando Morgado

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